O que ler no feriado

O que ler no feriado

Seja em casa ou em algum destino, no feriado, sempre temos aquele momento para desfrutar um sofá, rede ou qualquer lugar gostoso com um livro.

Aqui vai algumas dicas de leitura para você aproveitar, ótima leitura e feriado!!!

A árvore do tempo - Luis Pellegrini
A árvore do tempo – Luis Pellegrini

A Árvore do Tempo é um romance instigante, no qual vários planos da realidade se comunicam e interagem.

Conta a história de dois espíritos, o de um homem e o de uma mulher “encalhados” numa espécie de limbo tedioso, que voltam à Terra para serem guias e protetores de um menino.

A missão, que eles aceitam para se livrar de uma existência espiritual enfadonha e sem propósito, logo se revela uma aventura vertiginosa repleta de encantos e desencantos: a aventura da vida e do amor.

Metáfora do mundo como escola e da vida como aprendizado, A Árvore do Tempo examina alegoricamente temas fundamentais como o da lei universal da ação e reação (lei do karma); a vida como objetivo fundamental de toda forma criada; o ser humano como microcosmo e síntese do Universo.

Fala de bens possíveis de serem alcançados, como o amor e a experiência do êxtase.

Fala de ambições impossíveis de serem satisfeitas, como o desejo de encontrar respostas absolutas para a nossa existência e a do mundo.

Defende a idéia de que a arrogância e o descomedimento -que os antigos gregos chamavam hubris– constituem a maior fonte de sofrimento, e que a paz e o equilíbrio só podem ser alcançados quando nos mantemos na harmonia do caminho do meio.

Os Pés Alados de Mercúrio - Luis Pellegrini
Os Pés Alados de Mercúrio – Luis Pellegrini

Já lançado na França (Itinéraires d’un fils du vent, Éditions Anne Carrière) e também publicado em Portugal (Editora Pergaminho), este livro percorre uma carreira de sucesso internacional.

São relatos de viagens que o autor viveu nos cinco continentes, às vezes como simples turista peregrino, outras como jornalista. Cada uma delas representou um passo importante no seu caminho de autoconhecimento. Demonstram que à viagem no mundo exterior corresponde uma outra viagem que acontece no mundo interior. Da mesma forma, toda aventura no mundo interior modifica a percepção que temos do mundo exterior.

Você encontrará neste livro narrativas fascinantes, como o bate-papo com o Dalai Lama na Índia; a experiência do Santo Daime; a peregrinação a Santiago de Compostela; a vivência do oásis no deserto do Sahara; a travessia do deserto do Atacama, no Chile; e muitas outras aventuras no Marrocos, em Roma, na Espanha, no Afeganistão, etc.

Para o autor, viajar, pelo mundo ou por dentro de si mesmo, é fundamental para os processos de crescimento pessoal e do autoconhecimento. E toda viagem, por mais simples e prosaica que pareça, tem um sentido de tipo espiritual. Pellegrini defende a idéia de que a viagem exprime também um desejo profundo de transformação interior que se projeta no desejo da viagem exterior. “Viagem é transformação pelo movimento”.

Ave, Foto! - Roberto Negraes
Ave, Foto! – Roberto Negraes

Como um admirador da natureza e de todas as formas de vida ditas “selvagens”, Roberto Negraes tem a grande satisfação em apresentar este livro.

Ao escrevê-lo, o autor compartilha com seus leitores seu aprendizado na arte de observar e fotografar aves. Um apaixonado pelo tema, Roberto Negraes narra como é conviver com o mundo natural, longe do asfalto e do concreto das cidades, caminhando por trilhas e percorrendo locais onde poucos vestígios existem da presença humana e comenta: “Me traz uma paz de espírito indescritível.”

Entre um voar de um pássaro inquieto ao lado; outro vem e pousa naquele galho, esnobando cores de fazer inveja aos maiores mestres da pintura; canta um terceiro, escondido por perto, sua melodia terna e cativante! ele te convida: “Você precisa experimentar isso. Sensações visuais e auditivas capazes de despertar o que temos de melhor em nossos corações e mentes.”

Além das aves espetaculares, o autor descreve sobre florestas com flores desconhecidas, árvores imponentes, insetos e animais cativantes.

A parte final do livro é recheado de fotografias de aves. Além das incríveis histórias vividas pelo autor, ele da dicas de fotografia e para observação de aves. As melhores câmeras para o tema, bem como roupas e equipamentos de excursão apropriados. E um pouco de seus pensamento sobre o meio ambiente e os problemas que o ser humano causa ao planeta.

Roberto Negraes é jornalista, fotógrafo e escritor. Você pode acompanhar seu trabalho diretamente em sua página no Facebook http://facebook.com/betonegraesfoto

Dinheiro - Sanidade ou Loucura - Axel Capriles
Dinheiro – Sanidade ou Loucura – Axel Capriles

Neste livro, o economista e psicólogo venezuelano Axel Capriles conta a história do dinheiro, suas representações e seu impacto sobre o ser humano contemporâneo. Abordando de forma séria e acessível os temas polêmicos da atualidade – como o domínio do mercado financeiro, a sujeição do homem ao mercado, o capital especulativo, os desequilíbrios psicológicos (depressão, ansiedade, rancor, medo, disputas familiares) causados pela relação com o dinheiro e a difícil experiência econômica das sociedades latino-americanas – esse livro oferece uma fonte de reflexões tanto para o estudioso de economia ou psicologia quanto para o público em geral.

Ela - Henry Rider Haggard
Ela – Henry Rider Haggard

Com prefácio de Roberto Gambini, essa obra do renomado autor de “As minas do rei Salomão”, o romance “Ela” inspirou a Carl Jung o conceito de anima – o componente feminino instalado na psique masculina. O livro relata a saga de dois ingleses do século XIX que encontram um enigmático manuscrito e partem para o coração da África em busca da “chama da vida” e de uma mulher imortal. Uma aventura extraordinária, cheia de mistério, tribos selvagens, magia negra e cidades perdidas. O fascínio da trama, o selvagem ambiente africano, o carisma do personagem narrador e a presença da misteriosa mulher imortal, nesta tradução competente e inspirada, fazem da leitura deste livro uma fonte de prazer e uma experiência inesquecível.

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A Escola Brasileira do Concreto Armado - Lamberto Scipioni

A Escola Brasileira do Concreto Armado – Lamberto Scipioni

Código: 9788585554347
6x de R$ 23,00
R$ 138,00

Editora brasileira com publicações de grandes autores e pesquisadores nas áreas de psicologia analítica, história brasileira, filosofia da religião, literatura e ciências humanas em geral.

via Axis Mundi

Fogo destrói biblioteca pública com 16 mil livros no interior de São Paulo

Especialistas afirmam: expectativa de vida aumenta com leitura regular

Já imaginou dormir entre 5000 livros

Você ja pode a partir do dia 2 de dezembro em Kyoto!

Em beliches construídos dentro das estantes. Com até 5000 livros para escolher, haverá uma rica coleção em Inglês e livros japoneses para escolher. É o local final para qualquer adorador de livros! Os preços começam a partir de cerca de US $ 39 por noite.

Mais informações: bookandbedtokyo.com

Por que o brasileiro lê tão pouco

Levi Ceregato

Levi Ceregato

Especial para o UOL 

Em 2015, o Brasil tinha 188 milhões de habitantes com mais de cinco anos, conforme estimativa populacional do IBGE. Considerando que a partir dessa idade os indivíduos têm potencial para ser leitores, é possível fazer um interessante cálculo, cruzando os dados demográficos com a última edição da pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro” (Fipe-USP/CBL/SNEL).

No ano passado, foram vendidos 389,27 milhões de livros no país. Dividindo-se esse número por 188 milhões, temos média de 2,07 exemplares/ano por brasileiro com mais de cinco anos. Esse total, contudo, inclui os 134,59 milhões de unidades compradas pelo governo. Se efetuarmos a conta apenas com os 254,68 milhões de exemplares adquiridos diretamente pelos consumidores nas livrarias e demais canais de venda, a média cai para 1,35 livro/ano por habitante com mais de cinco anos.

Então, continua sendo inevitável a velha pergunta: por que o brasileiro lê tão pouco? Refletir sobre a resposta é oportuno neste Dia Nacional do Livro, 29 de outubro. Os principais motivos são: a distribuição desigual da renda; o analfabetismo, inclusive funcional, de quase 30 milhões de pessoas; a falta de estímulo em casa e na escola; a carência de pontos de venda e de bibliotecas públicas; 2,8 milhões de crianças e adolescentes, ou 6,2% dos brasileiros entre 4 e 17 anos, estão fora da escola, segundo o IBGE; e mais de 3,3 milhões de crianças e adolescentes encontram-se em situação irregular de trabalho infantil (Fundação Abrinq).

São muitos os brasileiros, adultos, crianças e adolescentes, que, antes da oportunidade da leitura, lutam pela sobrevivência. Por isso, nosso país carece de políticas públicas que ampliem o acesso ao livro, pois o direito de ler é inerente à cidadania e decisivo para a ascensão socioeconômica e redução da dívida social. Quantos mais pessoas lerem, menor será o contingente de excluídos.

As escolas seriam uma grande porta de entrada para o universo dos livros. No Brasil, porém, 53% das 120,5 mil escolas existentes nas redes públicas não têm biblioteca ou sala de leitura, conforme levantamento feito em 2015 pelo portal Qedu, da Fundação Lemann. Além disso, em decorrência da crise econômica, os programas de compras governamentais de obras não didáticas também sofreram atrasos e paralisações nos últimos anos.

Outra questão a ser solucionada para o estímulo à leitura diz respeito a um incompreensível e impune desrespeito ao princípio constitucional referente à imunidade tributária do livro: na sua impressão, as gráficas recolhem alíquota de 9,25% de contribuição para o Pis/Cofins. Daí a importância do projeto de lei 2.396/2015, que reduz a zero as alíquotas do Pis/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta decorrente da impressão de livros, reduzindo o seu custo. Aliás, por mais incrível que possa parecer, os materiais escolares, como cadernos, fichários e agendas, também são taxados, o que pode ser solucionado por outro Projeto de Lei, o de número 6.705/2009, já aprovado no Senado.

Da baixa renda de parcela populacional expressiva ao desrespeito à Constituição, são muitas as causas do pífio índice de leitura no Brasil. Entretanto, o problema não tem apenas origem social ou referente ao preço dos livros, pois também nas classes média e alta lê-se pouco. O motivo, definitivamente, não é a concentração do foco dos jovens na internet e redes sociais. Em numerosas nações, inclusive na Argentina, as pessoas continuam lendo bastante.

Falta ao nosso país uma política consistente, pois o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), instituído por decreto presidencial em 2011, jamais decolou em seus quatro eixos –democratização do acesso, fomento da leitura e formação de mediadores, valorização institucional da leitura e incremento de seu valor simbólico e desenvolvimento da economia do livro. Assim, é preponderante passar da inércia à ação. É preciso que tenhamos motivos concretos para comemorar o Dia Nacional do Livro!

fonte: UOL notícias Opinião

3º Bienal Brasil do Livro e da Leitura chega a Brasília no fim do mês | Finíssimo – Outubro Rosa – Cuide-se! Ame-se!

Mogi das Cruzes recebe Feira de Livros até 31 de agosto

http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=20044492

Feira do Livro em Mogi Mirim vai até sábado

Presença da literatura brasileira no exterior será ampliada

 

 

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