Escolas indígenas não tem material didático

Será que funcionaria aqui?

 

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Estamos evoluindo… um pouco

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Cidade espanhola troca largada de touros por livros escolares

Apesar de ser por um motivo econômico, devido ao desemprego elevado e habitantes passando dificuldades, o município de Villafranca de Los Caballeros, em Toledo, Espanha, decidiu cancelar o apoio à festa anual em honra de Cristo de Santa Ana.

Em declarações à imprensa , Julían Bolãnos, anunciou que que a região tem muito desemprego e, por isso, a secretaria da Cultura, Educação e Turismo está, há semanas, trabalhando em um projeto que irá beneficiar as famílias do Colégio Público “Miguel de Cervantes” e do Insituto de Educação Secundária “La Falcata”.

Ninguém está contra a “fiesta”, somente é uma questão de prioridades. Bolãnos fez questão de afirmar que Villafranca de los Caballeros continua a respeitar a festa e a tourada enquanto espetáculo.

O programa de apoio à compra de livros prevê a entrega de um vale de 60 euros e material escolar assim como a troca de livros usados.

 

Uma noite na biblioteca

Dicas para estimular a leitura

Você também acha isso?

Algumas pessoas estão comentando em vários meios de comunicação que o livro de colorir é só um passatempo e não um livro propriamente dito. E o que causa mais espanto é o fato deles estarem nos rankings entre os mais vendidos no Brasil.

Por isso, queremos saber a sua opinião sincera:

Essas publicações de colorir são livros? 

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Você pode fazer seu comentário mais abaixo direto para o Facebook.

Na minha opinião (Joe Ribeiro) acho que o livro é simplesmente imaginação encadernada. E imaginação pode ser qualquer coisa, assim como o livro também deve ser, inclusive não importa qual é a plataforma, seja ela pedra, papel ou digital.

Do lixão para universidade

 

 

Homem que fez biblioteca com livros de lixão hoje cursa doutorado em federal de SP

Procurar por materiais recicláveis, como plástico, alumínio, vidro e papelão, no lixão e nas lixeiras de Piedade (SP), no interior de São Paulo, foi por mais de dez anos a realidade de Dorival Gonçalves dos Santos Filho. Graduado em letras e atualmente com 32 anos, hoje o rapaz cursa doutorado em linguística em uma universidade federal e diz que deixou de se sentir invisível. “As pessoas não enxergavam que a gente estava lá [no lixão]. Não queriam ver. Me sentia no mesmo patamar que os cães que fuçavam os restos.”

Leia a matéria completa em:

http://www.meionorte.com/noticias/homem-que-fez-biblioteca-com-livros-de-lixao-hoje-cursa-doutorado-em-federal-de-sp-269931

 

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